O que muda em nossa pré-campanha com o adiamento das eleições municipais

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (1º) o adiamento das eleições municipais devido à pandemia causada pelo novo coronavírus. O texto será promulgado nesta quinta-feira (2), às 10 horas, pelo Congresso Nacional. A medida determina que os dois turnos eleitorais, inicialmente previstos para os dias 4 e 25 de outubro, sejam transferidos para os […]

2 jul 2020, 10:47
O que muda em nossa pré-campanha com o adiamento das eleições municipais

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (1º) o adiamento das eleições municipais devido à pandemia causada pelo novo coronavírus. O texto será promulgado nesta quinta-feira (2), às 10 horas, pelo Congresso Nacional. A medida determina que os dois turnos eleitorais, inicialmente previstos para os dias 4 e 25 de outubro, sejam transferidos para os dias 15 e 29 de novembro. A proposta contou com apoio do PSOL.

Mas com o adiamento, o que muda na prática em nossa pré-campanha?

Mais tempo. Com a mudança da data de 4 de outubro para 15 de novembro, a pré-campanha ganhou mais 42 dias. O período da campanha oficial, entre 27 de setembro e 15 de novembro, ficou um pouquinho maior: subiu de 45 para 49 dias. Com mais tempo, podemos fazer nossa mensagem chegar em mais pessoas.

Novas metas. Com uma pré-campanha maior, ajustamos a metas do nosso financiamento coletivo. O plano inicial era chegar em 16 de agosto com R$ 17.500 arrecadados. Agora, queremos chegar em 27 de setembro com pelo menos R$ 21 mil, valor que, descontadas as taxas, poderá arcar com quase toda a estrutura da campanha propriamente dita. Você pode doar aqui.

Mais apoiadores. Estamos recrutando pessoas que simpatizam com a nossa pré-candidatura e que querem ajudar de alguma forma. Não é só doação em dinheiro: você pode se cadastrar para receber nossas mensagens com conteúdos da pré-campanha, mobilizações on-line e outras ações. Cadastre-se em nossa rede aqui.

E o coronavírus?

A expectativa é que, com o adiamento, as eleições não ocorram durante o pico da pandemia no país. O Brasil é muito grande e a doença tem tido picos diferentes em cada estado ou região. Tão importante quanto realizar as eleições este ano, é garantir que elas ocorram da forma mais segura possível.