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Jornalista, LGBT+ e defensor de direitos humanos, Leonel Camasão é presidente do PSOL Florianópolis. Foi candidato a governador pelo PSOL em 2018, quando obteve 72.133 votos.

Camasão em seu aniversário de um ano, em 1987.

Filho de mãe catarinense e pai paulista, Leonel Camasão nasceu em São Paulo, maior cidade do país. Sua mãe, Eulália, e seu pai, Leonel, trabalhavam no comércio. A vida na cidade grande sempre foi apertada. Por isso mesmo, Camasão estudou a vida inteira em escolas públicas. E foi justamente na sala de aula que iniciou sua militância política.

Aos 14 anos, mudou-se com a família para Santa Catarina. No Ensino Médio, começou a atuar no movimento estudantil, tendo ajudado a refundar o Grêmio da escola Governador Celso Ramos, em Joinville.

Registro de uma reunião do Grêmio Estudantil “Liberdade de Expressão”, da Escola Governador Celso Ramos, em Joinville, em 2003.
Camasão (de cabelos compridos) e a equipe de estagiários de um projeto de extensão, no curso de Jornalismo, em 2005

Aos 17, passou no vestibular para jornalismo numa instituição privada. Ralou muito para estudar, trabalhar e pagar a faculdade. Mesmo assim, continuou sua atuação política, ingressando no Movimento Passe Livre. Na mesma época, foi presidente do Diretório Central dos Estudantes.

Formado, trabalhou nos principais jornais do norte do Estado, sempre na editoria de política. Passou pelo jornal A NotíciaNotícias do Dia e também O Correio do Povo.

Equipe da Editoria de Política do jornal “A Notícia”, responsável pela cobertura das eleições municipais de 2008, formada por Camasão e os jornalistas Amanda Miranda e Upiara Boschi.
Junto a militantes do PSOL, Camasão realizou um censo informal dos moradores da Ocupação do Juquiá, na periferia de Joinville, em 2009.

Em 2008, ingressou no PSOL, tendo participado de diversas lutas no partido. Atuou na luta por moradia, na Ocupação do Juquiá, em Joinville, nas manifestações pela redução das tarifas no transporte e em diversas outras ações nos movimentos sociais da cidade.

Em 2009, mudou-se para Florianópolis, onde morou por dois anos. Na capital, trabalhou com assessoria de imprensa para entidades sindicais e de classe, como o Sintraturb e a Aprasc.

Já como assessor de imprensa do Sintraturb, Camasão acompanha uma assembleia dos trabalhadores do transporte coletivo de Florianópolis, durante a madrugada, em 2010.
Camasão desfila na Parada da Diversidade em Joinville, em 2010.

Em 2010, passou a integrar a Associação Arco-Íris, entidade de luta pelos direitos da população de LGBT+. Participou da organização da 2ª Semana da Diversidade. No mesmo ano, disputou sua primeira eleição, concorrendo a deputado federal pelo PSOL.

Em 2011, Camasão retorna a morar em Joinville. Tempos depois,  nasceu seu primeiro filho: Francisco. No mesmo ano, foi eleito para a direção do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina. Passou a atuar na defesa dos direitos trabalhistas da categoria e nas reivindicações salariais dos profissionais de comunicação. 

Com membros da chapa de oposição “Vamos Juntos”, que venceu as eleições do Sindicato dos Jornalistas, em 2011.
Durante a convenção do PSOL Joinville, quando foi escolhido candidato a Prefeito, aos 25 anos.

Em 2012, foi candidato a Prefeitura de Joinville pelo PSOL, tendo se destacado pelas propostas e pelo desempenho nos debates. Naquela oportunidade, recebeu mais de 10 mil votos, apesar da estrutura enxuta de campanha.

Em 2013, nasce seu segundo filho: Bernardo. No mesmo ano, foi eleito presidente estadual do PSOL Santa Catarina, onde trabalhou pela interiorização do partido e pela construção de uma alternativa à esquerda no Estado. Em 2014, disputou uma cadeira na Assembleia Legislativa, sendo um dos candidatos mais votados do PSOL.

Camasão sucedeu Afrânio Boppré na presidência estadual do PSOL, em 2013.
Camasão exibe a dissertação de mestrado, no CCE da UFSC, após a ser aprovado, em 2017.

Em 2015, mudou-se para Florianópolis, para fazer Mestrado na Universidade Federal de Santa Catarina. Assessorou a campanha de Elson Pereira a Prefeito em 2016 e passou a atuar em tempo integral no Sindicato dos Jornalistas até 2017. Neste ano, concluiu o Mestrado e passou a compor a equipe do vereador Afrânio Boppré, na Câmara da Capital.

Em 2018, foi escolhido pelo PSOL como candidato ao governo de Santa Catarina, numa campanha combativa e propositiva. Se tornou o candidato ao governo mais votado da história do partido no Estado, quando obteve 72.133 votos. A maior parte dessa expressiva votação ocorreu em Florianópolis: quase 20 mil.

Camasão ao lado de Carol Bellaguarda (PCB), candidata a co-governadora na chapa PSOL/PCB, em 2018.
Camasão e apoiadores participam dos atos “Ele, Não”, na reta final da campanha de 2018.
Camasão, candidato a governador em 2018, conversa com Guilherme Boulos, candidato a presidente, na Praça XV, no centro de Floripa.

Em 2020, desligou-se da assessoria na Câmara para dedicar-se à pré-campanha a vereador de Florianópolis, onde pretende atuar em favor dos direitos humanos, da cidadania LGBT, das políticas culturais, da transparência, do combate às Fake News e por outro modelo de segurança pública.

Despedida do gabinete do vereador Afrânio, líder do PSOL na Câmara. Camasão atuou por 2 anos e meio como assessor parlamentar.